Caixinha do Breda


 

``Petolas somente Petolas``

Autor: Léo Souza

Quando: 20/09/1998

Paris,London.1998.

Petolas somente petolas.

Barulhos de xícaras e pratos na mesa tlec tlec tlec,escuto passos e batidas do meu coração pulsando bem forte por uma pessoa desconhecida que está ao meu lado com um sobretudo vermelho,cabelos ao vento e os labios cor de cereja.Não me canso de olhar para aquela pessoa,ela tem um brilho sutil parece que eu a vi em algum lugar mas não me recordo.Ela está olhando para o nada simplismente o nada,parece estar vazia por dentro mexendo a colher do café sobre a mesa branca.As horas passam e esta pessoa continua lá com seu vazio no peito.Não aquentei me aproximei toquei no seu braço esquerdo rapidamente ela me olhou tinha um olhar penetrante derrepente ela sorriu para mim.O mundo parou por um instante e atrás do vidro a paisagem da torre Eifel toda iluminada eu me sentia assim com uma pessoa estranha me iluminando.Ela me passou um bilhete e foi embora.Era um bilhete de cor vermelha com marcas de baton rosa meus olhos brilharam quando vi o bilhete nao sabia como reagir.É no começo do bilhete estava escrito Pétolas somente pétolas...



Escrito por leo.breda às 00h40
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Escrito por leo.breda às 23h23
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Sedução a flor da pele

 

Suor escorrendo quente com gosto de frutas citrica pelo dedaõ do pé.Aí que vontade de derramar um jarro de leite em seu clitorís e me lambuzar com morangos silvestres esfregando no umbigo chegando até o seus seios cor de mel deslizando neles até o seu rosto angelical.Jogar uma rosa vermelha em seu corpo inteiro com um ar de sensualidade feminina. Ah,que prazer deixa eu abrir as petolas para ezaular cheiro de amor para todo o lado.

 



Categoria: Avaliação
Escrito por leo.breda às 00h49
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Marie Antoninette(a loca)

Viver em sintonia com a rainha mais louca e  baderneira 

do tempo moderno surreal.

Viva com ela para sempre.Beba e desfruta do prazer.

 



Escrito por leo.breda às 16h01
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Nair,travesti

Data: 17/07/1976 - Hora: 3:30

 

Local: AV.Indianópolis

Era uma noite escura e fria estava andando tranquilamente com meu vestido curto quando me deparei com um homem alto aparentava ter ums 20 anos de idade ficamos 2 minutos olhando uma para o outro.E ele me disse: -Quanto é o programa?! Logo percebi que ele não percebeu algo diferente em mim ele pensou que eu era uma mulher de verdade.Eu respondi. - Depende das horas.Quantas horas você quer ficar? - O tempo necessario. - Tá bem.Cade o seu carro? - Não tenho carro eu moro aqui perto. - O.K Quando me dei conta estava indo para o caminho errado presenti algo errado que estava por vim.Eu achei o local estranho aonde ele estava me levando,mas fiquei quieta pois era o meu trabanho.Era uma casa vazia sem graça com as janelas quebradas e as paredes pintadas de simbolos de anquarquia. - Vamos entre tenho uma surpressa para você - Como assim? Só senti uma taco sendo quebrado na minha cara caí no chão na hora senti varios chutes no rosto também.Estava zonza mas so que eu vi quem era os caras eles estavam em 5 e usavam cabelos raspados e botinas,e um deles falou: - Estupra esse viado de merda. So senti 5 rolas no meu cú.Finge de morta nao aquentava mais,eles desapareceram meu corpo estava todo estirado no chão parecia o jesus pregado na cruz.



Escrito por leo.breda às 02h08
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"o salto da morte"

Autor: Breda

 

Quando:  Cena do Crime: 17/08/1960

"O salto da morte " Autor: Breda Quando: 17/09/1960. Luvas brancas,vestido preto e cabelos loiros escorridos pelo corpo todo suava a batida do tango com seu salto alto azul sangue.Dançava loucamente com o seu corpo violão por onde passava o seu cheiro inalava o gosto de pudor.Barulhos tec tec deslisavam pelo chão preto e branco da sala escura aonde só se via aqueles relogios antigos que batiam ao som da 00:00 noite sombria.Um choro manhoso do quarto ao lado provoco a sua furia,tirou as luvas e pois um chalé preto de luto se aproximou ao quarto ao lado tirou uma arma da escrivaninha e matou aquele choro malhoso,guardou a arma no mesmo local do crime.Saiu correndo com o seu salto alto azul quando deu por si tinha matado o seu proprio filho.



Escrito por leo.breda às 01h09
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